sábado, 4 de julho de 2015

Agrotóxicos: Brasil é o maior consumidor mundial em 2014



Os agrotóxicos são produtos químicos sintéticos usados para matar insetos, pragas ou plantas no ambiente rural e urbano. Plantas absorvem parte dessas substâncias e esses resíduos acabam parando na maioria da mesa dos brasileiros, em alimentos que comemos todos os dias.

Essas substâncias não estão presentes apenas em alimentos in natura como frutas, legumes e verduras, mas também em produtos alimentícios industrializados, que têm como ingredientes o trigo, o milho e a soja, por exemplo. Elas ainda podem estar presentes nas carnes e leites de animais que se alimentam de ração com traços de agrotóxicos e até no leite materno.

Em abril de 2015, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) divulgou um relatório sobre o uso de agrotóxicos nas lavouras do país e seus impactos sob o meio ambiente e à saúde. Segundo o instituto, o Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos. O país é um dos maiores produtores agrícolas do mundo e utiliza agrotóxicos em larga escala. Para o agricultor, os agrotóxicos são recursos para combater as pragas, controlar o aparecimento de doenças e aumentar a produção.

Em dez anos, a venda de pesticidas no mercado agrícola brasileiro aumentou de R$ 6 bilhões para R$ 26 bilhões. Atualmente, o país ultrapassou a marca de 1 milhão de toneladas, o que equivale a um consumo médio de 5,2 kg de agrotóxico ao ano por pessoa.

Além de danos ambientais, a equipe do Inca alerta sobre os riscos de doenças como o câncer. Segundo o relatório, o que faz um alimento saudável é sua composição. Os agrotóxicos na alimentação podem alterar o funcionamento normal das células do corpo humano, causando mutações e maior probabilidade do desenvolvimento de doenças no futuro.

No Brasil, cerca de 450 substâncias são autorizadas para uso na agricultura. O Inca alerta ainda sobre o uso de muitos princípios ativos que já foram banidos em outros países. Dos 50 produtos mais utilizados na agricultura brasileira, 22 são proibidos na União Europeia.

Em 2014, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez um levantamento com amostras de alimentos em todo o país. No estudo, 25% apresentavam resíduos de agrotóxicos acima do permitido. O uso indiscriminado e abusivo desses produtos e a falta de fiscalização em relação a níveis seguros de substâncias aumenta o risco para a saúde dos brasileiros.

Para o Inca, antes de liberar a venda de defensivos agrícolas, o Brasil precisa de pesquisas sobre os potenciais efeitos e riscos à saúde humana decorrentes da exposição aos químicos, particularmente sua relação com determinados tipos de câncer.

A relação entre o consumo de agrotóxicos e o desenvolvimento de câncer e outras doenças já é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Uma pesquisa publicada na revista científica “The Lancet”, em março deste ano, pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), classifica cinco agrotóxicos como prováveis agentes cancerígenos: tetraclorvinfós, parationa, malationa, diazinona e o glifosato. Esses agentes são liberados no Brasil, mas apenas o glifosato possui registro de produto. Em abril de 2015, a Anvisa anunciou que vai revisar a liberação do uso do produto no país.

Em 2012, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrascp) divulgou um relatório com estudos que comprovam que agrotóxicos fazem mal à saúde e provocam efeitos nocivos com impactos sobre a saúde pública e a segurança alimentar e nutricional da população.

Segundo o relatório, as intoxicações agudas por agrotóxicos afetam principalmente os trabalhadores rurais que entram em contato com doses altas desses químicos via pele ou pelos pulmões. Eles podem apresentar problemas como irritação da pele e olhos, coceira, cólicas, vômitos, diarreias, espasmos, dificuldades respiratórias, convulsões, desregulação endócrina e até a morte.

Já as intoxicações crônicas podem afetar toda a população que consome os alimentos com resíduos de agrotóxicos. Os efeitos adversos decorrentes da exposição crônica aos agrotóxicos podem levar vários anos para aparecer, dificultando a correlação com o agente.

Dentre os efeitos associados à exposição crônica a ingredientes ativos de agrotóxicos podem ser citados infertilidade, impotência, abortos, malformações, neurotoxicidade, desregulação hormonal, efeitos sobre o sistema imunológico e câncer.

Os agrotóxicos também contaminam o meio ambiente. A pulverização dos químicos acontece em sua maior parte por avião, contaminando o ar da região e áreas próximas, como cidades vizinhas que podem receber o químico levado pelo vento. Isso afeta animais como abelhas e insetos, que são importantes para o equilíbrio do ecossistema. No solo, os químicos podem influenciar na falta de compostos orgânicos e microorganismos e podem contaminar a água de córregos, rios, lençóis freáticos ou aquíferos.

Alimentos orgânicos são aqueles que não usam fertilizantes sintéticos, agrotóxicos ou pesticidas em seu método de cultivo. Os solos são enriquecidos com adubos naturais tornando esse tipo de alimento mais saudável e nutritivo. Apesar dos benefícios, o alimento orgânico é mais caro no Brasil, pois a produção é de baixa escala e a maior parte é proveniente da agricultura familiar, o que impacta no custo de distribuição e comercialização.

O uso de agrotóxicos se intensificou no Brasil na década de 1970, quando o governo buscou fomentar a produção de agrotóxicos para estimular o crescimento do agronegócio e garantir alta eficiência produtiva. Nesta época, o financiamento bancário para compra de sementes era atrelada ao adubo e o agrotóxico. Atualmente, a indústria química de defensivos agrícolas é isenta de impostos.

Uma das soluções para reduzir o uso dessas substâncias seria investir em projetos de larga escala de agroecologia, um meio ecologicamente correto e viável de se manejar e cultivar as plantas. Neste tipo de plantio, podem ser usadas técnicas conhecidas por engenheiros agrônomos e que não utilizam químicos, como sistemas de irrigação eficiente, biofertilizantes que agem como inseticidas biológicos, alternância de plantações e rotação de espécies, adubação com restos orgânicos, compostagem, entre outros.

Por Carolina Cunha


Fonte:http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/agrotoxicos-brasil-e-o-maior-consumidor-mundial-em-2014.htm

sexta-feira, 5 de junho de 2015

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

                               Imagem extraída de águas de pontal



Todo dia, é dia do meio ambiente! Porém, foi em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo (Suécia), a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 5 de junho.
Essa data, que foi escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência, tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis.
Nessa Conferência, que ficou conhecida como Conferência de Estocolmo, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais ao redor do mundo, além de serem estabelecidos princípios para orientar a política ambiental em todo o planeta.
Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente, podemos destacar o descarte inadequado de lixo, a falta de coleta seletiva e de projetos de reciclagem, consumo exagerado de recursos naturais, desmatamento, inserção de espécies exóticas, uso de combustíveis fósseis, desperdício de água e esgotamento do solo. Esses problemas e outros poderiam ser evitados se os governantes e a população se conscientizassem da importância do uso correto e moderado dos nossos recursos naturais.

Portanto, é fundamental que cada um faça a sua parte e que toda a sociedade reivindique o cumprimento das leis ambientais.




domingo, 24 de maio de 2015

Aprenda a fazer uma horta orgânica dentro de casa




Horta orgânica: comida saborosa, saudável e sustentável.

Cultivar uma horta orgânica, independente do tamanho e da variedade de alimentos plantados, é sempre bom. Bom para a saúde e o bem-estar da família, que irá ingerir alimentos mais saudáveis e livres e agrotóxicos, e também para o meio ambiente, que deixará de receber produtos químicos e ter seus recursos naturais, como solo e água, explorados de forma insustentável. Fazer uma horta em casa aumenta o seu contato com a natureza e economiza nas feiras e supermercados.
É preciso ficar atento e tomar alguns cuidados na hora de montar a sua horta. Elas podem ser feitas em todos os tipos de casa e apartamentos, só precisam ser adaptadas ao espaço e aos recursos disponíveis.
Preparativos

                                                 Confira o clima, o solo, o local de plantio e as espécies antes de começar sua horta/
Foto: 
Almargem
Antes de iniciar sua horta, fique atento aos seguintes fatores:
Clima – ele é determinante na adaptação de certas culturas e deve ser levado em consideração na seleção de variedades. As diferenças entre estações, quanto à temperatura e volume de chuva devem ser verificados, servindo como base para um calendário de épocas de plantio.
Solo - muita atenção ao tipo e cuidado do solo. O solo é considerado um organismo vivo, que interage com a vegetação em todas as fases de seu ciclo de vida. Devem ser analisados em seus aspectos físico (textura e estrutura), químico (nutrientes) e biológico (organismos vivos existentes no solo).
Local – o lugar da instalação da horta tem de ser de fácil acesso, maior insolação possível, água disponível em quantidade e próxima ao local. Não devem ser usados terrenos encharcados. Os canteiros devem ser feitos na direção norte-sul, ou voltados para o norte para aproveitar melhor o sol. No local da horta não é aconselhavel a entrada de galinhas, cachorros ou coelhos.
Espécies – escolha com cuidado o tipo de vegetal que você irá plantar. Cada espécie precisa de um tipo de tratamento e possui um ciclo de crescimento próprio. Informe-se na hora de comprar as mudas e sementes e verifique se aquele tipo irá se adequar à sua horta.

Dentro de casa
Dentro de casa, prefira os vasos e as espécies menores, como temperos/Foto: Drang

Para montar uma horta em espaços pequenos, como apartamentos, prefira os vasos. Eles podem ser de qualquer tamanho, apenas assegure-se de só plantar espécies que irão se adaptar ali.
Passo a passo:
1. Escolha um vaso com furos;
2. Encha um terço do vaso com brita ou pó de brita, para a drenagem;
3. Coloque uma mistura de duas partes de terra, uma parte de composto orgânico e uma parte de húmus até a borda do vaso;
4. Espalhe um pouco de areia;

5. Plante as mudas;


Em espaços médios
Use sempre adubos orgânicos, como os compostos/Foto: terracotabolsas

Se você dispõe de um espaço um pouco maior, pode plantar as espécies diretamente na terra, em um canteiro. Você pode cultivar os mesmo alimentos indicados para os vasos, além de outros, que precisam de mais espaço.
Passo a passo:
1. Revolver o solo com enxada ou pá, deixando a terra bem solta e fofa;
2. Misturar o composto orgânico;
3. Deixar o canteiro 20 centímetros acima do nível do terreno;
4. A largura do canteiro deve ser de no máximo 1,20 m;
5. Marcar os espaçamentos (exemplo: os pés de alface devem ficar a dois palmos um do outro);
6. Posicionar as mudas de maneira intercalada, em forma de triângulo, para evitar a erosão;
7. Misturar as sementes com areia e espalhar com a mão sobre o canteiro de maneira mais uniforme possível;
8. Regar pelo menos uma vez ao dia. Em regiões quentes, duas vezes ao dia até as mudas emergirem. Regar nas horas frescas, de preferência pela manhã.
Dicas:
  • Se o seu terreno é muito argiloso, acrescente areia junto com o adubo, para ele ficar mais permeável à água.
  • A irrigação é fundamental para um bom crescimento. O sistema por gotejamento é o ideal.
  • Você pode colocar palha nos sulcos para evitar o crescimento de ervas-daninhas.
  • Os tempos de crescimento de cada verdura, cada fruta e cada legume são diferentes, assim como as estações do ano em que cada um deve ser plantado. Informe-se bem a respeito e confira a tabela abaixo para saber quando plantar cada muda.

domingo, 22 de março de 2015

ÁGUA RECURSO NÃO RENOVÁVEL




O Dia Mundial da Água, instituída pela ONU em 22 de março de 1992, tendo como objetivo à conscientização da população a respeito desse valioso recurso, essencial para a sobrevivência de todos os seres vivos.
Apenas 2,5% da água no mundo é consumível. A água se encontra nos rios, lagoas, montanhas com neve, entre outros lugares. À medida que a demanda por água cresce, as cidades se veem obrigadas a depender das fontes que se encontram mais distantes da cidade e cujo aproveitamento é mais caro. A agricultura utiliza aproximadamente 70% da água potável globalmente. Se em 2050 a população mundial atingir 9 bilhões, vamos precisar de alimentos para o número de habitantes atual e um volume ainda maior para cobrir essa demanda extra.
Os dados do Banco Mundial, até 2050, mais de um bilhão de pessoas viverão em cidades sem água suficiente. À medida que a população aumenta, também cresce a necessidade de abastecimento. O principal problema é que a quantidade de água no mundo não aumenta. Nesse cenário, a América Latina desempenha um papel-chave, porque possui a maior quantidade de água doce do mundo, ocupando a primeira posição encontra-se o Brasil. Mas essa abundância de água não é suficiente para todos, pois a demanda por esse recurso é muito elevada, grande parte da água potável é desperdiçada devido ao uso ineficiente e às instalações precárias, agravando assim a crise futura nas cidades.
Na Paraíba,  a  Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) registrou que mais de 210 mil paraibanos estão enfrentando um colapso de água. No Sertão do estado, alguns moradores estão construindo reservatórios em casa e comprando água em caminhões-pipa. De acordo com a Companhia de Água e Esgotos da Paraiba (Cagepa) 23 localidades em toda a Paraíba já entraram em colapso. Cinco distritos e 18 municípios não têm mais água para o abastecimento.
Portanto, devemos cuidar de nossas águas que é um recurso não renovável, através do uso racional e evitando desperdício tomando medidas tais como:
- Aprender a reutilizar a água, especialmente no setor agrícola;
-Reduza o tempo no chuveiro e mantenha o chuveiro fechado enquanto ensaboa;
-Ao escovar os dentes ou fazer a barba mantenha a torneira fechada;
-Ao lavar a louça, não deixe a torneira aberta enquanto ensaboa;
-Lave o carro e calçadas com o balde e com água reaproveitadas;
-Vazamentos em casa devem ser consertados rapidamente. Substitua as peças quando apresentarem problemas.


Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2015/marco/ate-2050-um-bilhao-de-pessoas-viverao-em-cidades?tag=cidades-sustentaveis#ixzz3V9P80mh6 

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

VIII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental


FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL tem como ênfase temática da Educação Ambiental realizadas nos mais diversos cenários do Brasil. Nesta oitava edição,vai  ser enfatizado o fortalecimento das redes de educadores que atuam em múltiplos ambientes como universidades, empresas, poder público e organizações não governamentais na construção de sociedades sustentáveis e no enfrentamento das questões socioambientais locais e globais.
O evento será sediado pela primeira vez na região amazônica, na cidade de Belém, entre os dias 03 a 06 de dezembro de 2014, no Centro de Eventos da UFPA.

Fonte: http://www.educacaoambiental.net/

sexta-feira, 22 de março de 2013

Dia Mundial da Água


Você já imaginou como seria a sua vida sem água? As Nações Unidas marcam, nestes 22 de março, o Dia Mundial da Água.


A água é um recurso natural fundamental na sobrevivência do ser humano e indispensável também como recurso para produção, desenvolvimento econômico e qualidade de vida. Embora 70% da superfície terrestre seja coberta pela água, somente 1% de toda o recurso natural existente está disponível para o consumo humano. Aproximadamente 40% de água tratada é desperdiçada diariamente na Paraíba, percentual de água desperdiçada no Estado corresponde a quase 200 mil metros cúbicos, segundo dados da Cagepa-PB,que esta realizado algumas medidas para reduzir o consumo desenfreado e contribuir para diminuição do desperdício no estado. Diante disso, é mais do que fundamental reduzir o consumo de água. A idéia não é deixar de usar a água, mas sim ter consciência de que é importante poupá-la. Para tanto, é preciso adotar soluções para um consumo consciente, como o reuso de água, fundamental para minimizar a utilização deste recurso e ainda economizar na conta de água.
Portanto, o Dia Mundial da Água não é só para pensar, mas principalmente para agir: vamos usar este recurso natural com sabedoria para que ele nunca acabe.


Fontes:http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/abril/guia-do-consumo-consciente-de-agua#ixzz2OJt1RUnl http://www.jornaldaparaiba.com.br/noticia/103380_40-porcento-da-agua-tratada-na-pb-e-desperdicada





quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Conserve água dentro de casa




Foto: Stock

Existem diversas formas de evitar o desperdício de água dentro de casa. Seja nos banheiros, na cozinha ou no quintal, você pude mudar algumas atitudes simples e economizar muitos litros de água todos os meses. Você estará contribuindo com a preservação desse recurso valioso e ainda poderá economizar no final no mês.
Nos banheiros:
  • Tome banhos curtos, de no máximo, cinco minutos;
  • Use um copo com água na hora de enxaguar a boca e use a torneira apenas para molhar a escova de dentes;
  • Evite dar descargas desnecessárias;
  • Prefira chuveiro, em vez de banheira;
  • Instale um arejador nos chuveiros e pias.
Na cozinha:
  • Use a máquina de lavar-louças com sua capacidade máxima;
  • Deixe os pratos e panelas de molho e retire os restos de comida antes de lavar;
  • Feche a torneira enquanto ensaboa a louça.
Na lavanderia, jardim e quintal:
  • Acumule as roupas sujas e lave todas de uma só vez;
  • Regue as plantas pela manhã e utilize um sistema de gotejamento;
  • Troque a mangueira pela vassoura e balde na hora de lavar o carro e a calçada;
  • Cubra a piscina quando não for utilizá-la para evitar a evaporação.
Outras dicas:
  • Aproveite a água da chuva;
  • Elimine todos os vazamentos;
  • Reaproveite a água de máquinas, chuveiros e torneiras em outros cantos da casa, como no jardim, na descarga ou no quintal.
  • Porém não esqueça, que água acumulada é não tratada,serve de criador para o mosquito da dengue.
Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org/dicas-e-guias/guias/2012/janeiro/conserve-agua-dentro-de-casa?tag=agua