sexta-feira, 3 de abril de 2020

                                                                        CONVD-19

A doença provocada pelo novo coronavírus (COVID-19), “Lavar as mãos com sabão é uma das coisas mais baratas e eficazes que você pode fazer para proteger você mesmo e os outros contra o coronavírus, bem como contra muitas outras doenças infecciosas. No entanto, para bilhões, mesmo as medidas mais básicas estão simplesmente fora de alcance”, disse Sanjay Wijesekera, diretor de Programas do UNICEF.
 Em muitas partes do mundo, crianças, pais, professores, profissionais de saúde e outros membros da comunidade não têm acesso a instalações básicas para lavar as mãos em casa, em instalações de saúde, escolas ou em outros lugares.
Como parte de sua resposta ao coronavírus, o UNICEF também está lembrando ao público a melhor maneira de lavar as mãos adequadamente:

Molhe as mãos e os pulsos com água corrente

Aplique sabão suficiente para cobrir as mãos e os pulsos molhados

Esfregue todas as superfícies, incluindo as costas das mãos, entre os dedos e as unhas, por pelo menos 20 segundos

Enxágue abundantemente com água corrente

Seque as mãos com um pano limpo ou toalha de uso individual
Fonte: Onu Brasil
Não esqueça também de usar álcool em gel e repeitar o isolamento social!

quinta-feira, 22 de março de 2018

Fórum Mundial da Água

                                            Imagem extraída do Google
Diante da importância da água para a nossa sobrevivência e da necessidade urgente de manter esse recurso disponível, surgiu o Dia Mundial da Água.
Essa data, comemorada no dia 22 de março, foi criadaem 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e visa à ampliação da discussão sobre esse tema tão importante.

O que é o Fórum Mundial da Água
Criado em 1996 pelo Conselho Mundial da Água, o fórum foi idealizado para estabelecer compromissos políticos acerca dos recursos hídricos.
Em Brasília, é organizado pelo Conselho Mundial da Água, pelo governo local — representado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa-DF) — e pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Agência Nacional de Águas (ANA).
fórum ocorre a cada três anos e já passou por Daegu, Coreia do Sul (2015); Marselha, França (2012); Istambul, Turquia (2009); Cidade do México, México (2006); Kyoto, Japão (2003); Haia, Holanda (2000); e Marrakesh, no Marrocos (1997).
8º Fórum Mundial da Água
Até 23 de março (sexta-feira) de 2018
No Centro de Convenções Ulysses Guimarães e no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha

terça-feira, 2 de maio de 2017

A Paraíba é o estado brasileiro mais afetado, proporcionalmente, pela desertificação

 Vila da Ribeira, distrito de Cabaceiras, está em processo de desertificação (Foto: Reprodução/Lapis/INSA)


A Paraíba é o estado mais afetado, proporcionalmente, pela desertificação, pois.
o processo de degradação ambiental torna as terras inférteis e improdutivas.  A
desertificação é um processo cumulativo de degradação ambiental, que afeta as condições econômicas e sociais de uma região ou país, que ao mesmo tempo em que reduz continuamente a superfície das terras agricultáveis, faz com que a população desses locais ocupe novos territórios, em busca da sobrevivência.
Além da seca, que já vem afligindo os paraibanos há cinco anos, outro problema ameaça o solo e a vegetação do estado. Só que, desta vez, o processo é irreversível. A Paraíba é o estado brasileiro mais afetado, proporcionalmente, pela desertificação - processo de degradação ambiental que torna as terras inférteis e improdutivas - segundo dados do Instituto Nacional do Semiárido (Insa). Ela é uma consequência das ações humanas e não pode ser revertida - nem com chuva -, apenas desacelerada. De acordo com a classificação do Programa de Ação Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca no Estado da Paraíba (PAE-PB), 93,7% do território do estado está em processo de desertificação, sendo que 58% em nível alto de degradação.
Os núcleos de desertificação do Semiárido brasileiro compreendem uma área 68.500 km² em cinco estados: Paraíba, Ceará,Rio Grande do Norte, Pernambuco e Piauí. A Paraíba é o estado brasileiro mais afetado, proporcionalmente, pela desertificação, Pernambuco e Piauí. Esses locais já atingiram níveis de degradação tão altos que são comparados aos desertos - ecossistemas naturais característicos de zonas áridas.
Dos 59 municípios que estão nesse perímetro, conforme a classificação do Ministério do Meio Ambiente, 28 é da Paraíba, localizados no núcleo do Seridó. Outra área em situação crítica do estado são os Cariris. Segundo Humberto Barbosa, outros 29 municípios da Paraíba estão em Áreas Susceptíveis à Desertificação (ASD), sendo 12 no Cariri Oriental e 17 no Cariri Ocidental.
Os pesquisadores do Laboratório de Processamento de Imagens de Satélites ( Lapis), também perceberam que, desde 2010, a seca tem contribuído para a expansão das Áreas Susceptíveis à Desertificação. Além do solo, a desertificação ainda pode afetar a capacidade de rios e açudes, pois o desmatamento da mata ciliar, a camada infértil do solo é retirada e acaba sendo depositada nas áreas com água.
Para combater o processo de desertificação são desenvolvidas varias ações e muito órgão tem se empenhados. Ações tais como: a criação de áreas de conservação da caatinga e a bioprospecção  e Políticas públicas de conservação da caatinga, vem ajudando no combate.
Desenvolvimento Rural Sustentável e Combate à Desertificação (DRSD), vem apoiando um conjunto de ações de capacitação e implementação de boas práticas para conservação e recuperação do solo, água e biodiversidade, promovendo o combate aos vetores da desertificação e gerando trabalho e renda. Por último, a elaboração do Decreto de Regulamentação da Lei 13.153/15, com o objetivo de criar condições que favoreçam a implementação da Convenção de Combate à Desertificação.

Fonte: http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2017/04/desertificacao-ameaca-94-das-terras-na-paraiba-e-e-irreversivel-diz-insa.html

sábado, 4 de julho de 2015

Agrotóxicos: Brasil é o maior consumidor mundial em 2014



Os agrotóxicos são produtos químicos sintéticos usados para matar insetos, pragas ou plantas no ambiente rural e urbano. Plantas absorvem parte dessas substâncias e esses resíduos acabam parando na maioria da mesa dos brasileiros, em alimentos que comemos todos os dias.

Essas substâncias não estão presentes apenas em alimentos in natura como frutas, legumes e verduras, mas também em produtos alimentícios industrializados, que têm como ingredientes o trigo, o milho e a soja, por exemplo. Elas ainda podem estar presentes nas carnes e leites de animais que se alimentam de ração com traços de agrotóxicos e até no leite materno.

Em abril de 2015, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) divulgou um relatório sobre o uso de agrotóxicos nas lavouras do país e seus impactos sob o meio ambiente e à saúde. Segundo o instituto, o Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos. O país é um dos maiores produtores agrícolas do mundo e utiliza agrotóxicos em larga escala. Para o agricultor, os agrotóxicos são recursos para combater as pragas, controlar o aparecimento de doenças e aumentar a produção.

Em dez anos, a venda de pesticidas no mercado agrícola brasileiro aumentou de R$ 6 bilhões para R$ 26 bilhões. Atualmente, o país ultrapassou a marca de 1 milhão de toneladas, o que equivale a um consumo médio de 5,2 kg de agrotóxico ao ano por pessoa.

Além de danos ambientais, a equipe do Inca alerta sobre os riscos de doenças como o câncer. Segundo o relatório, o que faz um alimento saudável é sua composição. Os agrotóxicos na alimentação podem alterar o funcionamento normal das células do corpo humano, causando mutações e maior probabilidade do desenvolvimento de doenças no futuro.

No Brasil, cerca de 450 substâncias são autorizadas para uso na agricultura. O Inca alerta ainda sobre o uso de muitos princípios ativos que já foram banidos em outros países. Dos 50 produtos mais utilizados na agricultura brasileira, 22 são proibidos na União Europeia.

Em 2014, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez um levantamento com amostras de alimentos em todo o país. No estudo, 25% apresentavam resíduos de agrotóxicos acima do permitido. O uso indiscriminado e abusivo desses produtos e a falta de fiscalização em relação a níveis seguros de substâncias aumenta o risco para a saúde dos brasileiros.

Para o Inca, antes de liberar a venda de defensivos agrícolas, o Brasil precisa de pesquisas sobre os potenciais efeitos e riscos à saúde humana decorrentes da exposição aos químicos, particularmente sua relação com determinados tipos de câncer.

A relação entre o consumo de agrotóxicos e o desenvolvimento de câncer e outras doenças já é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Uma pesquisa publicada na revista científica “The Lancet”, em março deste ano, pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), classifica cinco agrotóxicos como prováveis agentes cancerígenos: tetraclorvinfós, parationa, malationa, diazinona e o glifosato. Esses agentes são liberados no Brasil, mas apenas o glifosato possui registro de produto. Em abril de 2015, a Anvisa anunciou que vai revisar a liberação do uso do produto no país.

Em 2012, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrascp) divulgou um relatório com estudos que comprovam que agrotóxicos fazem mal à saúde e provocam efeitos nocivos com impactos sobre a saúde pública e a segurança alimentar e nutricional da população.

Segundo o relatório, as intoxicações agudas por agrotóxicos afetam principalmente os trabalhadores rurais que entram em contato com doses altas desses químicos via pele ou pelos pulmões. Eles podem apresentar problemas como irritação da pele e olhos, coceira, cólicas, vômitos, diarreias, espasmos, dificuldades respiratórias, convulsões, desregulação endócrina e até a morte.

Já as intoxicações crônicas podem afetar toda a população que consome os alimentos com resíduos de agrotóxicos. Os efeitos adversos decorrentes da exposição crônica aos agrotóxicos podem levar vários anos para aparecer, dificultando a correlação com o agente.

Dentre os efeitos associados à exposição crônica a ingredientes ativos de agrotóxicos podem ser citados infertilidade, impotência, abortos, malformações, neurotoxicidade, desregulação hormonal, efeitos sobre o sistema imunológico e câncer.

Os agrotóxicos também contaminam o meio ambiente. A pulverização dos químicos acontece em sua maior parte por avião, contaminando o ar da região e áreas próximas, como cidades vizinhas que podem receber o químico levado pelo vento. Isso afeta animais como abelhas e insetos, que são importantes para o equilíbrio do ecossistema. No solo, os químicos podem influenciar na falta de compostos orgânicos e microorganismos e podem contaminar a água de córregos, rios, lençóis freáticos ou aquíferos.

Alimentos orgânicos são aqueles que não usam fertilizantes sintéticos, agrotóxicos ou pesticidas em seu método de cultivo. Os solos são enriquecidos com adubos naturais tornando esse tipo de alimento mais saudável e nutritivo. Apesar dos benefícios, o alimento orgânico é mais caro no Brasil, pois a produção é de baixa escala e a maior parte é proveniente da agricultura familiar, o que impacta no custo de distribuição e comercialização.

O uso de agrotóxicos se intensificou no Brasil na década de 1970, quando o governo buscou fomentar a produção de agrotóxicos para estimular o crescimento do agronegócio e garantir alta eficiência produtiva. Nesta época, o financiamento bancário para compra de sementes era atrelada ao adubo e o agrotóxico. Atualmente, a indústria química de defensivos agrícolas é isenta de impostos.

Uma das soluções para reduzir o uso dessas substâncias seria investir em projetos de larga escala de agroecologia, um meio ecologicamente correto e viável de se manejar e cultivar as plantas. Neste tipo de plantio, podem ser usadas técnicas conhecidas por engenheiros agrônomos e que não utilizam químicos, como sistemas de irrigação eficiente, biofertilizantes que agem como inseticidas biológicos, alternância de plantações e rotação de espécies, adubação com restos orgânicos, compostagem, entre outros.

Por Carolina Cunha


Fonte:http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/agrotoxicos-brasil-e-o-maior-consumidor-mundial-em-2014.htm

sexta-feira, 5 de junho de 2015

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

                               Imagem extraída de águas de pontal



Todo dia, é dia do meio ambiente! Porém, foi em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo (Suécia), a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 5 de junho.
Essa data, que foi escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência, tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis.
Nessa Conferência, que ficou conhecida como Conferência de Estocolmo, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais ao redor do mundo, além de serem estabelecidos princípios para orientar a política ambiental em todo o planeta.
Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente, podemos destacar o descarte inadequado de lixo, a falta de coleta seletiva e de projetos de reciclagem, consumo exagerado de recursos naturais, desmatamento, inserção de espécies exóticas, uso de combustíveis fósseis, desperdício de água e esgotamento do solo. Esses problemas e outros poderiam ser evitados se os governantes e a população se conscientizassem da importância do uso correto e moderado dos nossos recursos naturais.

Portanto, é fundamental que cada um faça a sua parte e que toda a sociedade reivindique o cumprimento das leis ambientais.




domingo, 24 de maio de 2015

Aprenda a fazer uma horta orgânica dentro de casa




Horta orgânica: comida saborosa, saudável e sustentável.

Cultivar uma horta orgânica, independente do tamanho e da variedade de alimentos plantados, é sempre bom. Bom para a saúde e o bem-estar da família, que irá ingerir alimentos mais saudáveis e livres e agrotóxicos, e também para o meio ambiente, que deixará de receber produtos químicos e ter seus recursos naturais, como solo e água, explorados de forma insustentável. Fazer uma horta em casa aumenta o seu contato com a natureza e economiza nas feiras e supermercados.
É preciso ficar atento e tomar alguns cuidados na hora de montar a sua horta. Elas podem ser feitas em todos os tipos de casa e apartamentos, só precisam ser adaptadas ao espaço e aos recursos disponíveis.
Preparativos

                                                 Confira o clima, o solo, o local de plantio e as espécies antes de começar sua horta/
Foto: 
Almargem
Antes de iniciar sua horta, fique atento aos seguintes fatores:
Clima – ele é determinante na adaptação de certas culturas e deve ser levado em consideração na seleção de variedades. As diferenças entre estações, quanto à temperatura e volume de chuva devem ser verificados, servindo como base para um calendário de épocas de plantio.
Solo - muita atenção ao tipo e cuidado do solo. O solo é considerado um organismo vivo, que interage com a vegetação em todas as fases de seu ciclo de vida. Devem ser analisados em seus aspectos físico (textura e estrutura), químico (nutrientes) e biológico (organismos vivos existentes no solo).
Local – o lugar da instalação da horta tem de ser de fácil acesso, maior insolação possível, água disponível em quantidade e próxima ao local. Não devem ser usados terrenos encharcados. Os canteiros devem ser feitos na direção norte-sul, ou voltados para o norte para aproveitar melhor o sol. No local da horta não é aconselhavel a entrada de galinhas, cachorros ou coelhos.
Espécies – escolha com cuidado o tipo de vegetal que você irá plantar. Cada espécie precisa de um tipo de tratamento e possui um ciclo de crescimento próprio. Informe-se na hora de comprar as mudas e sementes e verifique se aquele tipo irá se adequar à sua horta.

Dentro de casa
Dentro de casa, prefira os vasos e as espécies menores, como temperos/Foto: Drang

Para montar uma horta em espaços pequenos, como apartamentos, prefira os vasos. Eles podem ser de qualquer tamanho, apenas assegure-se de só plantar espécies que irão se adaptar ali.
Passo a passo:
1. Escolha um vaso com furos;
2. Encha um terço do vaso com brita ou pó de brita, para a drenagem;
3. Coloque uma mistura de duas partes de terra, uma parte de composto orgânico e uma parte de húmus até a borda do vaso;
4. Espalhe um pouco de areia;

5. Plante as mudas;


Em espaços médios
Use sempre adubos orgânicos, como os compostos/Foto: terracotabolsas

Se você dispõe de um espaço um pouco maior, pode plantar as espécies diretamente na terra, em um canteiro. Você pode cultivar os mesmo alimentos indicados para os vasos, além de outros, que precisam de mais espaço.
Passo a passo:
1. Revolver o solo com enxada ou pá, deixando a terra bem solta e fofa;
2. Misturar o composto orgânico;
3. Deixar o canteiro 20 centímetros acima do nível do terreno;
4. A largura do canteiro deve ser de no máximo 1,20 m;
5. Marcar os espaçamentos (exemplo: os pés de alface devem ficar a dois palmos um do outro);
6. Posicionar as mudas de maneira intercalada, em forma de triângulo, para evitar a erosão;
7. Misturar as sementes com areia e espalhar com a mão sobre o canteiro de maneira mais uniforme possível;
8. Regar pelo menos uma vez ao dia. Em regiões quentes, duas vezes ao dia até as mudas emergirem. Regar nas horas frescas, de preferência pela manhã.
Dicas:
  • Se o seu terreno é muito argiloso, acrescente areia junto com o adubo, para ele ficar mais permeável à água.
  • A irrigação é fundamental para um bom crescimento. O sistema por gotejamento é o ideal.
  • Você pode colocar palha nos sulcos para evitar o crescimento de ervas-daninhas.
  • Os tempos de crescimento de cada verdura, cada fruta e cada legume são diferentes, assim como as estações do ano em que cada um deve ser plantado. Informe-se bem a respeito e confira a tabela abaixo para saber quando plantar cada muda.

domingo, 22 de março de 2015

ÁGUA RECURSO NÃO RENOVÁVEL




O Dia Mundial da Água, instituída pela ONU em 22 de março de 1992, tendo como objetivo à conscientização da população a respeito desse valioso recurso, essencial para a sobrevivência de todos os seres vivos.
Apenas 2,5% da água no mundo é consumível. A água se encontra nos rios, lagoas, montanhas com neve, entre outros lugares. À medida que a demanda por água cresce, as cidades se veem obrigadas a depender das fontes que se encontram mais distantes da cidade e cujo aproveitamento é mais caro. A agricultura utiliza aproximadamente 70% da água potável globalmente. Se em 2050 a população mundial atingir 9 bilhões, vamos precisar de alimentos para o número de habitantes atual e um volume ainda maior para cobrir essa demanda extra.
Os dados do Banco Mundial, até 2050, mais de um bilhão de pessoas viverão em cidades sem água suficiente. À medida que a população aumenta, também cresce a necessidade de abastecimento. O principal problema é que a quantidade de água no mundo não aumenta. Nesse cenário, a América Latina desempenha um papel-chave, porque possui a maior quantidade de água doce do mundo, ocupando a primeira posição encontra-se o Brasil. Mas essa abundância de água não é suficiente para todos, pois a demanda por esse recurso é muito elevada, grande parte da água potável é desperdiçada devido ao uso ineficiente e às instalações precárias, agravando assim a crise futura nas cidades.
Na Paraíba,  a  Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) registrou que mais de 210 mil paraibanos estão enfrentando um colapso de água. No Sertão do estado, alguns moradores estão construindo reservatórios em casa e comprando água em caminhões-pipa. De acordo com a Companhia de Água e Esgotos da Paraiba (Cagepa) 23 localidades em toda a Paraíba já entraram em colapso. Cinco distritos e 18 municípios não têm mais água para o abastecimento.
Portanto, devemos cuidar de nossas águas que é um recurso não renovável, através do uso racional e evitando desperdício tomando medidas tais como:
- Aprender a reutilizar a água, especialmente no setor agrícola;
-Reduza o tempo no chuveiro e mantenha o chuveiro fechado enquanto ensaboa;
-Ao escovar os dentes ou fazer a barba mantenha a torneira fechada;
-Ao lavar a louça, não deixe a torneira aberta enquanto ensaboa;
-Lave o carro e calçadas com o balde e com água reaproveitadas;
-Vazamentos em casa devem ser consertados rapidamente. Substitua as peças quando apresentarem problemas.


Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2015/marco/ate-2050-um-bilhao-de-pessoas-viverao-em-cidades?tag=cidades-sustentaveis#ixzz3V9P80mh6 

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

VIII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental


FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL tem como ênfase temática da Educação Ambiental realizadas nos mais diversos cenários do Brasil. Nesta oitava edição,vai  ser enfatizado o fortalecimento das redes de educadores que atuam em múltiplos ambientes como universidades, empresas, poder público e organizações não governamentais na construção de sociedades sustentáveis e no enfrentamento das questões socioambientais locais e globais.
O evento será sediado pela primeira vez na região amazônica, na cidade de Belém, entre os dias 03 a 06 de dezembro de 2014, no Centro de Eventos da UFPA.

Fonte: http://www.educacaoambiental.net/

sexta-feira, 22 de março de 2013

Dia Mundial da Água


Você já imaginou como seria a sua vida sem água? As Nações Unidas marcam, nestes 22 de março, o Dia Mundial da Água.


A água é um recurso natural fundamental na sobrevivência do ser humano e indispensável também como recurso para produção, desenvolvimento econômico e qualidade de vida. Embora 70% da superfície terrestre seja coberta pela água, somente 1% de toda o recurso natural existente está disponível para o consumo humano. Aproximadamente 40% de água tratada é desperdiçada diariamente na Paraíba, percentual de água desperdiçada no Estado corresponde a quase 200 mil metros cúbicos, segundo dados da Cagepa-PB,que esta realizado algumas medidas para reduzir o consumo desenfreado e contribuir para diminuição do desperdício no estado. Diante disso, é mais do que fundamental reduzir o consumo de água. A idéia não é deixar de usar a água, mas sim ter consciência de que é importante poupá-la. Para tanto, é preciso adotar soluções para um consumo consciente, como o reuso de água, fundamental para minimizar a utilização deste recurso e ainda economizar na conta de água.
Portanto, o Dia Mundial da Água não é só para pensar, mas principalmente para agir: vamos usar este recurso natural com sabedoria para que ele nunca acabe.


Fontes:http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2012/abril/guia-do-consumo-consciente-de-agua#ixzz2OJt1RUnl http://www.jornaldaparaiba.com.br/noticia/103380_40-porcento-da-agua-tratada-na-pb-e-desperdicada





quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Conserve água dentro de casa




Foto: Stock

Existem diversas formas de evitar o desperdício de água dentro de casa. Seja nos banheiros, na cozinha ou no quintal, você pude mudar algumas atitudes simples e economizar muitos litros de água todos os meses. Você estará contribuindo com a preservação desse recurso valioso e ainda poderá economizar no final no mês.
Nos banheiros:
  • Tome banhos curtos, de no máximo, cinco minutos;
  • Use um copo com água na hora de enxaguar a boca e use a torneira apenas para molhar a escova de dentes;
  • Evite dar descargas desnecessárias;
  • Prefira chuveiro, em vez de banheira;
  • Instale um arejador nos chuveiros e pias.
Na cozinha:
  • Use a máquina de lavar-louças com sua capacidade máxima;
  • Deixe os pratos e panelas de molho e retire os restos de comida antes de lavar;
  • Feche a torneira enquanto ensaboa a louça.
Na lavanderia, jardim e quintal:
  • Acumule as roupas sujas e lave todas de uma só vez;
  • Regue as plantas pela manhã e utilize um sistema de gotejamento;
  • Troque a mangueira pela vassoura e balde na hora de lavar o carro e a calçada;
  • Cubra a piscina quando não for utilizá-la para evitar a evaporação.
Outras dicas:
  • Aproveite a água da chuva;
  • Elimine todos os vazamentos;
  • Reaproveite a água de máquinas, chuveiros e torneiras em outros cantos da casa, como no jardim, na descarga ou no quintal.
  • Porém não esqueça, que água acumulada é não tratada,serve de criador para o mosquito da dengue.
Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org/dicas-e-guias/guias/2012/janeiro/conserve-agua-dentro-de-casa?tag=agua

sábado, 1 de setembro de 2012

Movimento de cidadania e cuidado com o meio ambiente


Imagem extraída do site limpa Brasil.

Movimento Limpa Brasil Let´s do it! chega ao país com ações nas principais cidades


O Limpa Brasil Let’s do it! é um movimento de cidadania e cuidado com o meio ambiente que pretende incentivar a reflexão para a mudança de atitude do cidadão brasileiro em relação ao hábito de jogar lixo fora do lixo. A principal meta é despertar a responsabilidade individual das pessoas em relação aos resíduos que produz, incentivando o engajamento para limpar as cidades e, o que é mais importante, mantê-las limpas.

O projeto, que nasceu na Estônia e já atingiu 140 países, foi trazido ao país pela empresa Atitude Brasil, com a cooperação da UNESCO. No Brasil, a ação do movimento já passou pelo Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia, Campinas, Mauá, Santo André, Diadema, São Bernardo do Campo, São Paulo, Belo Horizonte e São Luis, reunindo 88 mil pessoas e recolhendo cerca de 1,5 mil toneladas de material reciclável.

No próximo dia 02 de setembro, a população de João Pessoa será convidada a exercer a sua cidadania. Os interessados em participar do movimento devem se cadastrar pelo site www.limpabrasil.com.

Os pontos de entrega estão disponíveis em http://limpabrasil.com/blogs/joaopessoa/pontos-de-entrega/ assim como a lista das agências do Banco do Brasil que irão entregar os kits nesta quinta e sexta-feiras. Os materiais recicláveis recolhidos serão doados às cooperativas de catadores que já atuam nas cidades. Já os rejeitos ficarão sob a responsabilidade das prefeituras, que encaminharão esses itens para os aterros sanitários.

E para celebrar as diversas atividades de combate ao lixo, haverá um show gratuito no Ponto de Cem Réis ás 17 horas com Renata Arruda, Nando Cordel e o Grupo de percussão da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), Baticumlata.Tendo como mote o slogan “do meu lixo cuido eu”, a proposta é que os artistas cobrem dos espectadores a limpeza do espaço, propondo que cada um se responsabilize pelos resíduos que produzir e, portanto, realizando uma inovadora ação de conscientização Entre as personalidades apoiadoras do projeto estão Tião Santos, protagonista do documentário “Lixo Extraordinário”, os músicos Chico Buarque, Milton Nascimento e Seu Jorge e alguns atores .

Eu já sou voluntário!,Seja você também catador (a) por dia e ajude a limpar sua cidade.



Movimento de cidadania e cuidado com o meio ambiente.

sexta-feira, 22 de junho de 2012


Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20)
 Imagen do site: http://cievsrio.wordpress.com/2012/06/15/smsdc-rj-presente-no-rio20/

A  Conferência  tinha por objetivo  promover a renovação do compromisso político mundial com o Desenvolvimento Sustentável, tendo em vista a avaliação dos avanços e retrocessos nos processos de decisão que envolve a relação do desenvolvimento tecnológico e humano com a preservação dos recursos ambientais. Mais de 45.000 pessoas e 190 chefes de Estado e governo estiveram na capital fluminense, no intuito de discutirem a inserção da sustentabilidade no planeta, aliada à erradicação da pobreza.  O balanço dos dez dias de discussões divide opiniões. Vários temas foram debatidos como:  desemprego, trabalho decente e migrações;  desenvolvimento sustentável como resposta às crises econômicas e financeiras;  desenvolvimento sustentável para o combate à pobreza;  a economia do desenvolvimento sustentável, incluindo padrões sustentáveis de produção e consumo;  florestas;  segurança alimentar e nutricional;  energia sustentável para todos;  água; cidades sustentáveis e inovação; e oceanos. Que culminou com a divulgação do documento final "O Futuro Que Queremos". Autoridades brasileiras consideram um avanço a inclusão do desenvolvimento sustentável com erradicação da pobreza, enquanto movimentos sociais e alguns líderes estrangeiros condenam a falta de ousadia do texto.
Portanto, o documento final da Rio+20, deixou a deseja por falta de compromisso por muito lide mundial na promoção do desenvolvimento sustentável. Esperamos que a Rio+20, seja um ponto de partida como compromisso  do futuro que queremos em defesa das práticas sustentáveis.